Este ano, com muito atraso, começaram os trabalhos agrícolas.

Apesar de não ter colaborado, seria fácil culpar o São Pedro pelo atraso…mas, a bem da verdade, o São Martins também tem alguma culpa – outras prioridades se levantaram!

Falemos agora do que foi feito.

Olhando para a imagem seguinte, podem ver que a horta estava num estado lastimável.

Antes de começar

Não que eu seja muito baixo, mas certas plantas já estavam mais altas que eu e isto era um problema. Ora, como para grandes males grandes remédios, lá comprei a primeira alfaia agrícola – uma motorroçadora.

Com isto, numa manhã, além de ter removido estruturas antigas dos tomateiros, graças ao poder da gasolina e alguma perícia, consegui limpar toda a área de cultivo. Impecável! As diferenças são notórias e até deu para fazer daquelas imagens do antes/depois.

Quanto ao que foi cortado, para não deixar sementes no terreno, coloquei tudo em cima da parede de pedra lateral a secar. Nesta fase, não seria muito sensato enterrar as ervas ceifadas, já que iria estar a fazer uma valente sementeira.

À parte dos trabalhos, não me posso esquecer de falar da minha amiga cobra que teima em aparecer na horta. Sim, pela segunda vez no espaço de um ano, vi uma cobra que me parece ser sempre a mesma, apenas está a ficar maior. Não, não lhe vou fazer nada, nem fiz. Simplesmente a enxotei. Somos amigos.

E porque somos amigos? Bem, acontece que mal eu enxotei a cobra, um rato apareceu…e sendo uma cobra rateira (parecia ser)…é esperar pela ordem natural da vida animal! Acreditem, isto pode parecer maquiavélico e doentio, mas mais biológico que isto é impossível.

Bem, depois disto, resta cavar e começar as plantações! Na parte #2 irei falar das primeiras plantações e de como preparei a terra. Entretanto, fiquem com umas imagens do terreno.

2 Comments

  1. Ai Jesus! Cobras é que não.
    Duas visitas? Tens uma cobra como vizinha, então.
    Mas ainda bem que são amigos e que ajuda no controlo de ratitos de forma biológica. Pobre rato.
    Gostei de saber novidades da vida agrícola.

    Nana

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